domingo, 26 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Solidão. Tudo o que eu queria neste exato momento seria alguém em quem confiar, alguém que me fizesse rir, alguém que enxugasse as minhas lágrimas e me acariciasse... no fim, a única impressão que tenho é a de que não existe ninguém que possa me preencher. Não há ninguém que possa me fazer feliz, além de mim mesmo. Essa necessidade tão banal de se possuir alguém, tão própria dos fracos, odeio ser fraco. Tudo o que eu queria, na verdade, seria aprender a me divertir sozinho, a ser independente, a não precisar de nenhum tipo de conforto, a me sentir confortável comigo mesmo.
Sinto que ainda não me desapeguei de você totalmente... sinto-me incostante. Uma hora, penso que tenho de tudo o que preciso, outra hora, já não sei mais o que fazer, o que será de mim. Como, onde e quando encontrarei a felicidade? essa é a dúvida que me persegue e perseguirá por alguns dias, ou até meses... uma questão que terei que solucionar sozinho.
Sinto que ainda não me desapeguei de você totalmente... sinto-me incostante. Uma hora, penso que tenho de tudo o que preciso, outra hora, já não sei mais o que fazer, o que será de mim. Como, onde e quando encontrarei a felicidade? essa é a dúvida que me persegue e perseguirá por alguns dias, ou até meses... uma questão que terei que solucionar sozinho.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Chega a ser engraçada a sensação de ser trocada por um outro amor. Um dia tudo em que cremos apenas desaparece. O coração dói, a respiração passa a ficar mais pesada, e o orgulho... bem, que orgulho? Tudo o que resta é a decepção com tudo e consigo, é o medo de estar sozinho, de ser sozinho.
Aí você chora, procura qualquer outro tipo de apego que possa reconforta-lo, mas nada realmente importa para você, tudo perdeu a graça... você tenta fingir para si que deu a volta por cima e aí, de repente, acorda, e vê que nada será capaz de reanima-lo.
Como pôde o amor... um sentimento tão verdadeiro, fazer isso comigo? Como pôde você, tão apaixonada, mudar de ideia da noite para o dia... chorar, fingir, dissimular... ou será que o amor é, mesmo, assim, tão curto, tão incerto, tão traiçoeiro?
E aí... percebemos que tudo em que acreditávamos e todos os momentos que pensávamos viver não passavam de uma grande farsa, uma grande mentira, uma grande merda. É como se nada na vida realmente tivesse um significado eterno, tudo muda, como se nenhuma de nossas atitudes realmente possuísse algum sentido.
Como acreditar que, depois de tudo o que ouvimos, vivemos, depois de todas as nossas lágrimas, sorrisos, abraços e beijos, amor, tudo, tudo... nada importou para você. E mesmo se você voltasse a me amar, eu não voltaria, não voltaria... não seria certo. Dessa vez, fomos longe o bastante para que tudo fosse por água abaixo...
E assim, aos poucos essa angústia vai deteriorando o meu ego, esperança, ânimo, razão... e de repente me dou conta de que já não sei de nada, já não quero nada, apenas viver um dia pelo outro, e esperar que a dor passe.
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